We are the champions!: A troca de valores.


E o que eu quis dizer com" we are the champions? "
É preciso aguardar um pouco ...
As próximas postagens estarão interligadas temos uma nova série de postagens e logo vão entender o significado.


Nós somos campiões!

Então... agora tenho que explicar o porquê disso. Algumas músicas carregam consigo algo que poucos textos podem carregar, a única maneira de produzir tais textos é através de algo que mesmo que não seja se equipare a poesia...
Certo, esse não é um blog de poesia, mas este blog tem uma enorme afinidade com o lado musical da coisa. Sendo assim, fiz uma seleção de músicas que trazem mensagens que complementam nossa postagem. A primeira veio com We are the champions, do Queen e as próximas.... vocês terão que ver.

A primeira discussão é exatamente: Nós somos campiões?


Espera! Essa pergunta é bem, mais complexa do que o esperado. Ser campião é algo um pouco além de vencer... e segundo o meu raciocínio, algumas vezes, vencer não é ser campião. Sabe aquela vitória que causa tantas perdas que é equivalente ou pior a uma derrota? É desta vitória que me refiro.

Mulher cercada dos nomes dos maiores valores humanos: Saúde, amor, sonhos e medos
Certo, você provavelmente vai me corrigir e dizer que vivemos em uma sociedade competitiva, ou justificar seu erro com um, eu estava de cabeça quente, ou mesmo perguntar o porquê do título já que aparentemente não há uma ligação desta posatgem com o "we are the champion" do Freddie


Vamos a inversão de valores:



Certo, mas, não poderia ter parado antes? (naquela briga que fez o maior estrago) Se você quer algo, tudo o que você vai fazer deve valer normalmente menos que aquilo, se você quer dez reais você não mata uma pessoa. São dez reais! Certo, certo acabei me referindo a traficantes, ladrões e etc, e obviamente isso está estrapolado, contudo, sabe aquela ideia de que o infinito (ou no caso o maior) pode equivaler ao finito (ou menor)? Está na hora de usá-la.

" Após alguns apelos do bêbado quanto a derramada do copo de cerveja- e vamos admitir que uma terceira vez já é demais- o homem se levantou. Os seus olhos estavam possessos de raiva. Todos já sabiam o que ia dar, os dois rolaram no chão quebraram garrafas e um garotinho assustado chorou tanto coitado que acho que nunca mais ia abrir o olho de tanto que o esfregou.
  Aquele homem de família agora rolava com um bêbado no chão de terra enquanto defendia sua moral... o copo de cerveja? Este já era."

Então, sarcasmo notável não? Rolar no chão em prol da moral? Digamos que essa história vá acabar assim (e você sabe que provavelmente acabaria):

" O bêbado levou tantos socos que acabou ficando mais lerdo que o normal - se fazer isso era possível ele havia conseguido - brincadeiras a parte, pouco se notou no fim, que duas mesas haviam se quebrado como papel, o copo e a garrafa de cerveja haviam se quebrado no chão, a platéia não havia gostado muito do espetáculo - principalmente os anfitriões, o coitado do garoto só foi lembrado depois, já tinha se esguelado de chorar.
  A festa acabou, e tudo por um maldito bêbado, era melhor ter saído antes, sem briga, sem choro, sem show, e quem sabe até com a expulsão de um bêbado. Que quem sabe, renderia boas risadas"
Não existe aqui a beleza do "champion" de antes... porquê? A vitória não valeu a pena
Bonecos recortados ao redor do mundo de mãos dadas.

Aff, estou cobrando sangue frio demais não? É, estou, mas... é necessário sim  balancear valores. O mesmo eu não diria se o tal bêbado tivesse agredido alguém etc. Mas, lá o início, um copo de cerveja valeu uma luta na terra? Os valores se conturbaram um pouco não? Nesse caso por exemplo é mais que óbvio. Não houve "champion". Até mesmo na briga, ele bateu em um bêbado, não houve orgulho nem mesmo nisso! (se é que é possível ter orgulho racional com isso)

E de volta a troca de valores...

Então de volta ao assunto central... por que dizer que a raça humana é campiã? Se seguirmos o raciocínio acima, não somos (não a primeira vista), não somos porque temos também deturpação de valores, desmatamos em prol de diversão. Matamos em prol de prazeres correto?

É a partir daí que tudo começa a mudar, não somos vencedores nesse ponto, mas somos vencedores digamos... individualmente. Porquê temos a CAPACIDADE de entender os valores do outro, como uma mãe que abre mão do seu bem estar por uma necessidade do outro, esse sistema de "compensação", gera um nivelação universal que controla essa ideia e limita o jogo a vitória, ou sua ou dos outros.

Somos ou não campiões? Ou melhor, merecemos ou não a expressão "WE ARE THE CHAMPIONS?"
E aí?