Discutindo o destino: Tecido tempo-espaço de Einstein?

Einstein sentado em uma cadeira tocando guitarra.
 Várias vezes a ciência se cruza com a religião, e as vezes como boas amigas andam paralelas, mas é quase impossível definir quando os dois acontecem.

 Quando falamos de destino (não acredito), metade das pessoas levantam-se em nome da religião afirmando que "Sim, isso existe!" e alegando coincidências como prova de tais ideias, 25% levanta-se em oposição, afirmando que a religião nunca apela para o destino e este portanto não existe, os outros 25%, mostram as mais verídicas histórias e todas as capacidades de realizações reais, estes provavelmente conheceram as malucas ideias de Albert Einstein.



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Para os que tem alguma dificuldade em compreender a base da teoria, vou demonstrar nesta postagem, como fica a:

 Ligação entre destino e as teorias de Albert Einstein.


Segundo Albert Einstein, tudo o que acontece já está impresso no tempo (e de certa forma no espaço), o que, portanto, quer dizer, que todas as suas escolhas já foram feitas e estão a um certo "tempo de distância". Agora você deve estar se perguntando se isto que dizer que você não tem escolha...

A resposta é não. Não é que suas escolhas estejam traçadas e sejam "imutáveis", não no meu ponto de vista. Vamos unir aqui dois pontos de vista que vão responder simultaneamente duas questões.
 Se algo está impresso no espaço-tempo, ou melhor, no tempo, é porque algo no espaço o produziu, por exemplo se você escolheu arrancar uma flor da terra, esse fato ficou marcado no tempo, esta atitude de marcação existe porque você praticou o ato independente das circunstâncias, as circunstâncias estão impressas porque consistem em outras atitudes e acontecimentos DO ESPAÇO, isso quer dizer que você tem a capacidade de escolha.

Mas se você escolheu você escolheu, e portanto (descartando a vigem no tempo), isso não pode ser mudado.

De forma mais simples, o que estou tentando dizer, é que as escolhas são o que você fez... você é o trilho dos fatos, você faz o seu destino, não o contrário.

Peço que agora considere que Deus exista, ele, ainda assim não limita seus atos, pelo contrário, ele se encaixa aí perfeitamente, embora, novamente por mais doloroso que isso possa parecer todas as suas atitudes dependem do meio, e de você mesmo. Você é a justificativa para o que acontece ao seu redor, e isso se chama linha de tempo. O que acontece após uma sequência de movimentos e acontecimentos no espaço e seus resultados, isso é uma linha de tempo, e essa linha de tempo é perfeitamente o que você vive, e esta, encontra-se presa aos acontecimentos.

O maior questionamento quanto a viagem no tempo, aconteceu devido a não exist~encia de viajantes do tempo no nosso presente. Como justificativa, a ideia de que uma segunda linha do tempo seria criada (ao menos por enquanto), satisfez a teoria.

"Obviamente, se o ser-humano tivesse descoberto a viagem no tempo, seríamos hoje, viajantes do futuro em nosso mundo, como não o temos é mais que claro que o homem não descobrirá tais nunca, ou estas viagens são impossíveis- diz o cientista A elevando a certeza da impossibilidade do ato."
" Não, uma viagem do futuro ao passado cria uma nova linha do tempo, esta por sinal não é a nossa, já que se ele voltasse a mesma linha de tempo ele não viajaria e criaria um paradoxo, ele não viajou porque isso foi descoberto antes, e não teria sido descoberto porque ele não teria viajado. Para admitir isso, precisamos novamente da linha de tempo. Assim, o universo tendo as linhas do tempo faria com que outra fosse gerada na primeira viajem, precisamos chegar ao ano da
viagem para saber - afirma o cientista B"

Pois bem, caros leitores, destino? Este é definido pelos seus atos que são definidos pelos traçados no espaço-tempo, e estes traços são definidos pelos seus atos.....
Ainda é possível entender que o destino NÃO é tão claro assim.


Obra recomendada para entendimento:


Einstein: o enigma do universo