Mudanças... " Pinte já o Chaplin!"

  Quem nunca teve um pé atrás com alguma mudança na vida? Óbvio que não se deve temê-las, mas se a mudança vem para remover algo que já era bom? Se ela vem apagar uma lâmpada que ainda brilhava muito só por que ficou mais tempo que o necessário? Está aí o motivo da expressão acima "Pinte já o Chaplin!" Pra quem não sabe quem é, ou quem foi Chaplin ( embora isto seja muito difícil) "JOGA NO GOOGLE!"


Tudo que é novo é bom? Então porque tratamos assim?

   Agora todo mundo já sabendo, quem é Chaplin vamos partir de um conceito pré-definido e perfeitamente claro. Nem tudo que é bom é novo. Sendo as coisas antigas ofuscadas apagadas, engolidas, presas ou sufocadas pelas novas, o antigo bom é substituído pelo novo ruim ou bom, contudo quase nunca mantemos o antigo bom e mesclamos com o novo, assim esse excesso de mudança colore o Chaplin, borra o sorriso da Monalisa, põe flores no Grito, e põe quadrados em um Tarsila do Amaral.
     Nem todo novo é bom e nem todo velho é bom, o problema é o antigo parecer obsoleto enquanto é mais direto e correto que o novo. A mudança do antigo pelo novo NESSE caso se faz ruim pôs prende tudo em um círculo onde ninguém nunca vai ter a resposta. A resposta pra isso? Colaboração.

   Então está dizendo que tudo o que é velho é melhor?


  Não! Mas todo velho era novo, e nem sempre será bom, aí encontramos a chave. Velhos nem sempre são bons, mas sempre são mudados, sou a favor e seria se vivesse na época provavelmente da maioria das revoluções. Mas a teoria acima é só uma crítica a falta de pensamento exacerbada do mundo atual.
      As pessoas tem notícia o tempo todo, mudam de gosto o tempo todo e param de ver algo bom para assistir outra coisa rápido demais, assim o que é bom acaba logo. E nem o ruim resiste. Não existe mais calma, existe desespero, não existe mais esperança existe agonia e assim agente vai vivendo meio lá meio cá!